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Como você se porta no seu local de trabalho?
O fato é o seguinte: a gente passa a maior parte do tempo da vida com as pessoas com quem trabalhamos. Muito mais tempo do que com os amigos, os namorados, a família. Curiosamente, o horário nobre do dia de todos nós é entre pessoas que não escolhemos, não conhecíamos antes e de quem podemos, inclusive, não gostar. No entanto, bem ou mal, funciona. E pode funcionar ainda melhor se cada um observar pequenos cuidados para uma política de boa convivência. Não custa nada e torna 8 horas do seu dia muito mais agradáveis. Fala a verdade: não é pouca coisa! Algumas sugestões essenciais para um bom comportamento no nosso dia-a-dia.
1. Não invada o ambiente com a música do seu computador. Você pode amar as Cansei de ser Sexy, mas seu vizinho pode odiar.
2. Não se isole com o fone de ouvido a ponto de obrigar seus colegas a levantar e bater em seu ombro para falar com você.
3. Preste atenção em seus gestos e evite: batucar com a caneta enquanto fala ao telefone, causando um barulho irritante para quem está ao lado; tamborilar sistematicamente com a ponta dos dedos a mesa de reunião; assoviar baixinho enquanto escreve seus relatórios; balançar as pernas ou fazer isso chutando (ainda que de leve) os pés da mesa.
4. Cuidado com tiques pouco higiênicos como ficar mexendo no nariz, fungar o nasal como se estivesse resfriado ou produzir horríveis roncos e resfolêgos como se o pulmão fosse sair pela garganta.
5. Não abuse do perfume nem da falta dele. Um cheirinho de limpeza é sempre muito agradável.
6. Telefonemas particulares devem ser rápidos e em tom baixo. Alias, não fale alto nunca.
7. Ao sair para um cafezinho, leve seu celular para que ninguém tenha que aturar os sons das chamadas enquanto você está fora.
8. Não coma na mesa de trabalho para não enjoar seu vizinho com o cheiro da comida. E, ao terminar o lanche, deixe a mesa impecavelmente limpa.
9. Não fume, em hipótese nenhuma, na mesa de trabalho. Não adianta abrir a janela e fumar ali do lado. Saia e vá ao local de fumantes.
10. Se atender uma ligação para um colega ausente, não precisa dizer que ele está no banheiro. Basta dizer que ele não está por ali naquele momento e tome nota do recado. Não custa nada.
11. Seja bem educado, sempre. Sorria e diga bom dia, diga muitas vezes por favor e obrigado e diga “até amanhã” aos seus colegas, porteiros, manobristas, telefonistas, faxineiros e chefes.
Parece óbvio? Pois não é. É só lembrar quantas vezes esses pequenos hábitos dos colegas já deixaram você irritado no escritório. Trabalho exige concentração e requer condições mínimas e civilizadas para que seja realizado. E vocês sabem: ninguém é chic se não for civilizado.
Fonte: Revista Você S/A
Olá caros leitores! Neste post vou divulgar uma matéria, na qual recebi, que fala da apresentação em público. Afinal quem nunca sentiu aquele “friozinho” na barriga quando teve que se apresentar em público!. Eu mesma, em épocas de colégio, seminários em faculdade, apresentação de TCC nossa!!
Então aproveite essas dicas e apenas relaxe falando expontâneamente.
Muito bem, você está naquele curso que tanto queria fazer, ou então naquela aula que sua empresa pagou pra você ir ou está em qualquer atividade em grupo onde as pessoas envolvidas não se conhecem. O que acontece? O líder, orientador, professor, guia, guru ou sei lá o que anuncia:
- Agora eu quero que cada um se levante e fale um pouco sobre si mesmo e o que veio fazer aqui pra gente se conhecer.
Esta é a senha para que seu sistema límbico (seu cérebro primitivo) entre em ação e comece a emitir alertas de perigo juntamente com descargas de adrenalina. Seu sangue flui das extremidades do seu corpo para as pernas e tronco. Suas pupilas começam a dilatar, sua visão entre em modo “túnel” (visão periférica extremamente reduzida) e você não consegue mais ouvir as outras pessoas que estão se apresentando.
A única coisa que você ouve é sua voz interior dizendo “daqui a pouco é você. E agora? O que eu vou falar?” repetidas vezes. Você tenta prestar atenção ao que estão dizendo. Pura perda de tempo. A voz interior fala mais alto “daqui a pouco é você! O que você vai falar?!”
Fugir não é uma opção, lutar seria incoerente, paralisar parece ser a única coisa que pode acontecer…
Você começa a se curvar sobre sua cadeira como se quisesse se esconder, cruza os braços, (não! Eles vão perceber que estou nervoso!!!) põe a mão na cintura e outra apoia o queixo (não! Isso não é uma pose natural!! Eles vão perceber!!), solta as mãos sem saber o que fazer com elas (por que eu nunca percebi que tinha mãos antes?). O que eu vou falar?
O próximo sou eu. O próximo sou eu. O próximo sou eu. Sou eu. E agora?
- Oi meu nome é José e… e… bem, eu … e… hã… ééé… Bem é isso. Tamos ai pro que der e vier e tals
Bem vindos ao medo de se expor. Ou melhor falando o medo do ridículo. Ou sendo mais preciso e científico O medo do bicho papão.
A situação é comum, acontece inúmeras vezes em nossa vida e parece que nunca estamos preparados ou a vontade em nos apresentar. Esse receio é muito próximo ao medo de falar em público (na verdade é um estágio anterior a ele) e mesmo que por alguns mínimos segundos e em um assunto que você domina (seu nome, atividade profissional, objetivo de vida, + uma curiosidade bônus) as palavras parecem fugir do nossa mente e o desconforto é enorme até que nos livremos de momento tão torturante.
A solução para isso é muito simples. Uma simples regra de três:
E fim. (ponto final)
Meu Nome é …
Eu acho que dá pra entender então não vou me prolongar na explicação, mesmo assim lembre-se: diga seu nome primeiro! Pode parecer brincadeira ou bobagem falar isso mas as pessoas ficam tão preocupadas com o que vão dizer que partem direto para o assunto sem se apresentar! Ai fica todo mundo perguntando “qual o nome dele(a)?” e ninguém presta atenção no que você está dizendo.
Se a situação permitir, inclua o nome da empresa, instituição, clube ou grupo a qual você pertence. (Meu nome é ______ da empresa _______)
Estou aqui para…
Neste momento você dirá o que te levou até lá. Qual o seu objetivo. Qual resultado pretende alcançar com a atividade e com as pessoas que lá estão.
Por exemplo: Estou aqui para aprender novas técnicas de gestão de pessoas e trocar minhas experiências com cada um de vocês.
Isso posiciona você em relação ao grupo de maneira agradável e declara quais são suas intenções.
E utilizarei isso na minha vida quando…
E aqui você conta de que maneira aquele evento vai impactar em sua vida. Ou seja, de que jeito as pessoas que estão ali vão influenciar os acontecimentos futuros. Isso dá uma sensação de “fazer parte” ao grupo.
Por exemplo: E utilizarei isso na minha vida quando as pessoas da minha equipe precisarem de um apoio ou orientação em momentos críticos.
E fim.
Muitas vezes as pessoas vão falando até que não reste mais nada a dizer. Parece que o discurso vai se esvaziando, esvaziando, esvaziando até que quem está falando pára e diz:
- Dexo ver o que mais… hmmmm… acho que é isso.
Ou então começa a entrar em assuntos que não tem nada a ver com a situação:
- AH sei lá, sou de touro com lua em marte, adoro rabada, assisto vale a pena ver de novo gravado…
E fica falando até que alguém interrompa.
Bote um ponto final em sua fala. Ao terminar de se apresentar olhe para a próxima pessoa a se apresentar como se estivesse passando a bola e faça aquela cara de “e ai? Não vai se apresentar? Minha parte eu já fiz. Te vira!”
Aproveite a vida e saiba que o resto, ou seja, quem você realmente é, o que foi fazer ali e , principalmente, se as pessoas gostarão de você ou não, só será respondido ao longo do evento, atividade ou curso em que você está.
Aquela apresentação toda foi só pra te amedrontar… (Coisa de bicho papão)
fonte: http://twitter.com/vocesa
Informações concisas e de fácil visualização, é como deve ser o seu minicurrículo.
Um resumo sobre as principais qualificações é uma das ferramentas utilizadas por sites que hospedam currículos na internet para chamar a ateno minicurrículo trata apenas dos pontos indispensáveis e essenciais do currículo. “Situações em que o minicurrículo pode ser usado dessa maneira são em páginas pessoais e em assinaturas de artigos na Internet, com um link que aponte para a versão integral do currículo”, e dos recrutadores. A síntese, chamada de minicurrículo, abriga as informações mais relevantes do profissional.
Consultora de RH da catho online diz que é extremamente relevante, os itens como, objetivo profissional, formação acadêmica e experiência profissional (principais atividades e realizações profissionais de sua carreira), são essenciais. “Idiomas com fluência e disponibilidade para viagens são itens opcionais no minicurrículo. Não é indicado colocar nome, número de documentos, características pessoais (como “inteligente”, “bonito”, “proativo”) e dados de contato”, afirma.
“O minicurrículo deve ter esse conteúdo: aquilo que forneça uma nítida ideia de quem o candidato é, o que faz, o que já fez de melhor e o que pode fazer – e gostaria de fazer – no futuro. Anos de experiência, área de atuação principal, pontos altos da carreira, situação atual e objetivos são conteúdos indispensáveis” , ensina.
EXEMPLO DE MINICURRÍCULO.
Gerente Comercial. MBA Executivo Internacional pela FGV e Graduação em Administração. Inglês Fluente. Atuação na avaliação de mercado, produto e concorrentes. Responsável pela implantação de ações promocionais, venda direcionada e parceria com fabricantes, obtendo 10% de crescimento, em média, sobre o concorrente direto. Desenvolvimento de novos fornecedores e administração dos contratos de prestação de serviços. Disponibilidade para viagens e mudança de cidade.
É um absurdo! Mas é verdade. A lei para este tipo de pré-conceito existe, porém as organizações no geral, na prática acabam adotando essas indiferenças que não exite somente na teoria.

Lendo uma matéria no site da CATHO, os gordinhos ainda são alvo de preconceito na hora de conseguir uma vaga no atual mercado de trabalho. Uma pesquisa realizada pelos consultores da Catho revela que dos 16 mil profissionais entrevistados em cargos de alta gerência, 51% tem a objeção na hora da contratar um obeso. De acordo com a pesquisa os “gordinhos” só perdem para aqueles que trocam muito de emprego (83%) e os fumantes (89%).
Além dessa desvantagem os “gordinhos” ainda ganham menos. Cada ponto a mais no Índice de Massa Corporal (IMC), que determina o equilíbrio entre peso e altura, representa R$ 92 a menos no salário, em comparação com os colegas mais magros. “Talvez as empresas considerem que pessoas com excesso de peso ou obesidade tendem a faltar mais ao trabalho por questão de saúde, o que ocasinaria a diferença de salário”, diz o gerente de atendimento da Catho Online Lucio Tezotto.
Pessoas obesas estão mais vulneráveis a desenvolver problemas de articulação e coluna. Além disso, a obesidade está frequentemente associada a pressão alta, colesterol elevado, diabetes e sedentarismo, fatores de risco cardiovascular que, na pior das hipóteses, podem levar a morte. Em certa medida, a saúde fragilizada de um candidato pode justificar o baita pé atrás dos executivos. “É possível que o contratante tema um rendimento abaixo da média, ou até mesmo o encarecimento de custos com convênios de saúde.
Como vêem, caros leitores, o preconceito está aí, conheço muitos gordinhos que são extremamente saudáveis, que dão um exemplo de pré-disposição e saúde para muitos “magrinhos”, sobre o meu ponto de vista qualquer pessoa, seja gordo ou magro pode desenvolver qualquer tipo de doença. Não vou discordar que engordar demais pode trazer problemas sérios sim, porém não é motivo para uma não-contratação, visto que não existe excessão para as doenças aparecerem. Todos nós estamos sujeitos.
Comentem!!
Recomendações Gerais:
1-Não cometa o grande erro de se basear somente nos anúncios de jornais.
Este é um erro muito comum cometido por pessoas praticamente de todos os níveis (inclusive profissionais de nível superior). A realidade é que a maior parte dos cargos e oportunidades de emprego não é anunciada em jornal pois a empresa pensa primeiramente no custo do anúncio e somente após avaliar todas as alternativas sem custo ou de menor custo é que será colocado um anúncio no jornal.
Em primeiro lugar o Departamento de Recursos Humanos procura profissionais em seu cadastro de currículos. Em segundo lugar procura se algum funcionário pode indicar um amigo ou amiga. Em terceiro lugar procurar na internet. A última alternativa é o anúncio.
2- Envie seu currículo, com carta de apresentação, para as empresas selecionadas.
Poderá enviar direta e pessoalmente ou por email.
3- Cadastre seu currículo no próprio site da empresa que deseja trabalhar.
A maioria das grandes empresas apresentam, em suas páginas, formulários para que, interessados em vagas, preencham seus currículos;
4- Envie seu currículo para as agências de emprego e consultorias de recursos humanos.
Não esqueça de enviar junto a carta de apresentação.
5-Procure anúncios em jornais e responda.
6- Faça contatos com sua rede de relacionamentos (networking).
Faça contatos com amigos, colegas de profissão e informe-os que está procurando uma colocação no mercado de trabalho. Solicite que enviem seu currículo para as empresas onde trabalham ou para seus amigos.
7- Entre em um site de busca (exemplo: google) e digite a palavra emprego e visite algumas páginas de bancos de currículos;
Cadastre seu currículo nestes bancos.
8-Cadastre seu currículo nos sites das boas agências de emprego na internet.
Verifique as vagas oferecidas. Algumas oferecem o serviço gratuitamente e outras cobram mensalidade. Vejamos algumas sugestões.
www.sremprego.com.br – Você pode cadastrar seu currículo gratuitamente por 7 dias depois você terá que escolher uma das modalidades de pagamento R$ 9,90/mês ou R$ 29,00/trimestre.
www.catho.com.br – Você só pode enviar seu currículo para as vagas se for cadastrado. O preço gira em torno de R$40,00 mensais.
www.curriculum.com.br – O cadastro é gratuito, mas para mostrar seus dados à todos os visitantes paga-se um taxa trimestral de R$19,90. Existe também um programa de indicação, onde quem indica pessoas que se cadastram, ganha descontos.
www.empregos.com.br – O cadastro do currículo é gratuito, mas para se candidatar às vagas e ter direito ao seguro de perda de emprego que paga dois salários mínimos, o preço é de R$13,50 ao ano.
www.vagas.com.br – Gratuito para a empresa e para o candidato. Tem um serviço que manda e-mail se aparecerem vagas com o perfil do candidato.
www.profissionalnet.com.br – Paga-se o mínimo de R$30,00 para ter seu currículo incluído por 6 meses.
www.jobonline.com.br – O cadastro de currículo é gratuito, mas para enviar os currículos para as vagas é necessário associar-se pagando uma taxa de R$15,00 por ano.
www.gelre.com.br – O cadastro de currículo e seu envio para as vagas que interessarem é de graça.
www.manager.com.br – A assinatura mensal para incluir o currículo e poder mandá-lo para as vagas é de R$38,50.
9-Conheça você mesmo.
Para ter sucesso na procura de emprego, você deve ter bem claramente, em sua mente, uma consciência de suas habilidades, capacidades, pontos fortes e realizações.
10-Elabore uma carta de apresentação (a que acompanha o currículo) personalizada para cada anúncio de emprego.
Enfatize, principalmente, a relação entre suas habilidades principais e os critérios de seleção, isto é, para cada requisito escreva um pequeno parágrafo demonstrando sua qualificação para o cargo. Na carta informe que, posteriormente, irá efetuar uma ligação telefônica.
11-Sempre coloque um resumo de todas suas habilidades no inicio do seu currículo.
Isto irá facilitar o recrutador que não tem tempo para ler muitos currículos.
12-Procure nos catálogos telefônicos ou internet os telefones da empresa de consultoria de pessoal, caso não apresentem endereço de email ou telefone no anúncio.
Telefone para a empresa e demonstre com frases curtas que seu conhecimento é adequado para o cargo. Solicite email para enviar o currículo.
13-Sempre que possível telefone para a consultoria de recursos humanos de modo que seu currículo possa ser visto e possa falar sobre sua experiência.
Normalmente eles irão receber seu currículo e o colocarão na base de dados da consultoria. Desta forma suas chances aumentam em 30% pois consultores ou empresas clientes não gostam de gastar dinheiro em anúncio quando existem vários currículos na base de dados
SE A IDADE ESTIVER ENTRE 18 E 24 ANOS
1-Procure seleções para estágios e trainees.
Enviar currículo normalmente não dá bons resultados se não tiver experiência.
2-Candidate-se a vagas temporárias que, na maioria das vezes, não exigem experiência.
Boa parte dessas vagas aparece no final do ano, em que há contratações devido à demanda de Natal e Ano Novo.
3-Procure setores que preferem os jovens: comércio e o telemarketing.
SE A IDADE ESTIVER ACIMA DE 50 ANOS
1-Elabore um excelente currículo enfatizando os pontos positivos sem chamar a atenção para a idade.
Coloque seus pontos fortes na primeira página enfatizando as realizações e, de preferência, mostrando o impacto das realizações no lucro da empresa.
2-Não inclua data de nascimento ou datas de cursos no seu currículo.
3-Somente faça um detalhamento dos últimos 10 a 15 anos de serviço.
4-Faça uma revisão de sua atitude.
A idade você não pode mudar porém sua atitude ou a forma com que a procura do emprego está sendo administrada, pode ser modificada. O segredo para o sucesso é “ter uma atitude positiva”. Lembre: a força que necessita para alcançar o que deseja na vida está dentro de você. Não espere aparecer a luz no fim do túnel. Acenda uma vela.
5-Mantenha-se atualizado com novas idéias e técnicas de sua área de especialização.
Muito provavelmente estes pontos serão discutidos em uma entrevista.
6-Antes de uma entrevista, elabore respostas prontas caso a idade seja citada como um problema.
Exemplo: ‘Eu penso que minha idade é uma vantagem porque significa que tenho experiência em X, Y, Z e, deste modo, irei trazer para a equipe todo este conhecimento e experiência”.
7-Mantenha-se fisicamente em forma.
8-Avalie necessidade de reciclagem em técnicas básicas ou ferramentas.
Nunca é tarde para aprender a digitar. Muitos cursos básicos de informática podem ser feitos on-line.
9-Aprenda a fazer Networking eficientemente.
A maior parte das pessoas nesta idade não sabe fazer networking, isto é, desenvolver uma rede de relacionamentos. Este é o segredo do mercado de trabalho atual, principalmente para pessoas nesta faixa de idade. 10- Use sua experiência como um fator positivo concentrando em vender suas habilidades e a adequabilidade da sua experiência aos requisitos do cargo.
Fale sobre o que já realizou no passado e que poderia ser facilmente agregado ao cargo em questão.
Fonte: dicas no guia novo emprego
11. Seja persistente. Use aquelas ferramentas de busca e banco de dados de empregos. Procure direto nos websites das empresas.
10. Faça pesquisa inteligente sobre empresas e universidades; a maioria possui websites. (É melhor do que pedir relatórios anuais pelo correio!).
9. Tenha três versões de seu currículo à disposição:
8. Verifique a ortografia e gramática antes de mandar e-mails.
Claro que o e-mail não é a mesma coisa que um documento convencional, mas nunca se sabe QUEM vai acabar lendo… Hoje em dia, muitas empresas recompensam seus funcionários com bônus em dinheiro caso recomendem bons candidatos a empregos, portanto até mesmo um e-mail “informal” pode uma hora ser lido por um gerente de contratação.
7. A entrevista informal é razoavelmente fácil de se conseguir através do e-mail, portanto aproveite esta vantagem.
6. No processo de procura por emprego, as pessoas que você conhece são geralmente mais úteis do que ter o chamado currículo perfeito. Mantenha contato com os amigos da faculdade, da pós-graduação, mentores do passado ou atuais, e ex-patrões, tanto via e-mail quanto por telefone.
5. Fique a par das atividades de possíveis empregadores verificando os seguintes sites entre 1 a 2 semanas antes de suas entrevistas:
4. Faça um acompanhamento das entrevistas de trabalho e das entrevistas informais via e-mail. É mais rápido do que uma carta convencional e mostra que você é diligente.
3. Às vezes os empregadores perguntam por informações relacionadas ao histórico profissional via e-mail antes de você aparecer na entrevista ao vivo. Não confunda o pedido via e-mail como nada mais do que uma parte de todo o processo de entrevista!
2. Conseguir o tom apropriado num e-mail pode ser bem difícil. Ficou muito despojado? Muito formal? Muito discursivo? Resumido demais? Pratique com seus amigos e até seus pais.
1. Apesar da crescente presença do mundo online, nada supera um ótimo telefonema ou um encontro ao vivo. Nada. Um encontro ao vivo que inclua alimento é melhor ainda. (Não é a toa que na maioria dos congressos de ciência e de negócios o networking é muito melhor e produtivo durante as refeições.)
Fonte: Recebido via e-mail
Esse é um grande problema que vem acontecendo com os brasileiros, empresa x empregado nos ultimos anos. As empresas querem pagar pouco para um candidato que tem um bom conhecimento, ou, um candidato com poucos conhecimentos exige muito salário.
Você sabe que uma negociação bem preparada e convenientemente conduzida pode fazer a diferença entre conseguir ou não uma boa posição e/ou um bom salário.
Após vencer várias etapas na busca de uma recolocação, chegou a hora de negociar com a empresa que deseja entrevistá-lo para definir posições. Uma negociação bem preparada e convenientemente conduzida pode fazer a diferença entre conseguir ou não uma boa posição e/ou um bom salário. A experiência mostra que um obstáculo comum é o receio do desconhecido. Não saber o que se vai passar pode transformar um candidato confiante e altamente qualificado em uma pessoa vacilante e nervosa, prejudicando suas pretensões.
Neste tipo de negociação é bom que você tenha em mente: - geralmente é o entrevistador o líder da situação. Ele possui inúmeras informações a seu respeito, que reuniu no processo de recrutamento, muitas que até poderão causar surpresas e embaraços!
Richard Beatty, no seu livro The Five Minute Interview, diz que «uma entrevista deve ser uma discussão (negociação) bilateral, entre o candidato e o potencial empregador, com o objetivo de explorar a compatibilidade provável entre as qualificações do primeiro e as necessidades do segundo». Neste contexto, é objetivo de ambas as partes obter o maior número de informações possível.
O trabalho de pesquisa e preparação do candidato é mais complexo, mas irá ser a base para a implementação de uma estratégia eficaz na negociação, para isto deve ter uma preparação essencial enfocando os seguintes pontos em sua estratégia para negociar: 1) descrição das suas capacidades, 2) os seus pontos fortes 3) as competências profissionais por você desenvolvidas e 4) como você poderá agregar estes pontos positivos à empresa com a qual está negociando.
Esteja preparado para responder as perguntas relacionadas com o seu currículo, qual a razão da sua pretensão, com pormenores de empregos anteriores e até mesmo algum ponto de sua vida privada.
Uma ação interessante na fase de pré-negociação é fazer uma lista de perguntas possíveis e ensaiá-las em frente a uma câmara de vídeo ou um espelho. Observe o seu comportamento e peça a opinião de pessoas que o conhecem. Se possível peça a alguém que faça o papel de “advogado do diabo”, ou seja: da parte contrária.
As perguntas mais difíceis são aquelas em que você terá de lidar com as suas fraquezas: «Quais são os seus principais pontos fracos?» «Quais as áreas em que pode melhorar no seu emprego atual e nas suas qualificações pessoais?» Richard Beatty sugere uma regra para este tipo de perguntas afirmando : «nunca faça uma observação negativa a seu respeito e contraponha sempre com um aspecto positivo geralmente apreciado».
Como toda negociação a de emprego é um diálogo não deixe de antecipar algumas perguntas que possa fazer ao seu entrevistador. Para isto, tente recolher o maior número de informações possível acerca da empresa antes da entrevista, especialmente através de relatório e contas anual, organograma, perspectivas e objetivos futuros, plano dos negócios, jornais, diretórios publicados por empresas de consultoria, entre outros.
Surpreenda o entrevistador com perguntas sobre a empresa e a função a ocupar, mostrando conhecimento e interesse! Quanto melhor preparado estiver e quanto mais vezes simular em casa mais naturalmente irá agir ao chegar o momento de negociar. Prepare-se muito bem e não encare uma entrevista como o único momento decisivo. Lembre-se que, se conseguiu superar as fases anteriores você tem muitos pontos a seu favor na negociação, bastando que os reforce junto ao entrevistador e que o faça compreender e aceitar esta verdade: -a sua contratação é a melhor decisão que a empresa tem para tomar!
Fonte: Gui rh
Depois da Netiqueta, que é muito requisitada principalmente no âmbito empresarial no uso de e-mails, surgiu agora o TWITTIQUETA, ou seja, a etiqueta do twitter.
A idéia nada mais é, que evitar as gafes que os usuários cometem ao twittar.
Para isso, é preciso, antes de tudo, saber qual o objetivo da ferramenta.
No Twitter, os usuários criam seus perfis e escrevem mensagens concisas, de até 140 caracteres, pelo celular ou pelo site do Twitter. Cada usuário escolhe os perfis que irá seguir, para acompanhar todas as atualizações feitas pelo perfil seguido.
Dessa forma, ao criar seu perfil no Twitter, você irá seguir perfis e será seguido por outras pessoas que se interessarem pelo seu perfil/ suas mensagens postadas.
O interessante do Twitter é que você pode se atualizar a partir das mensagens publicadas pelos perfis que escolheu seguir. Ou seja, o foco tem sido muito mais a atualização e as parcerias do que encontrar amigos, como ocorre em outras redes de relacionamento, como o Orkut e o Facebook.
Após entender o princípio básico do Twitter, vamos às dicas básicas que compõem a Twittiqueta.
1. Decida se irá usar seu perfil profissionalmente ou apenas socialmente, para twittar sobre amenidades. Criar um perfil profissional pode ser muito vantajoso para divulgar textos, trabalhos e serviços.
2. Utilize como ferramenta de divulgação, mas não use como spam. Ou seja, faça propaganda positiva, que atraia seguidores e dê visibilidade a sua empresa/ seu perfil.
3. Não siga todos que seguem seu perfil só por educação.
4. Escolha quem irá seguir avaliando o interesse e o grau de relevância do que a pessoa publica.
5. Respeite o número máximo de caracteres (140). Se a mensagem for maior, não divida em inúmeros posts, como se fosse um texto. No Twitter, menos é mais.
6. Publique o que for relevante considerando o que a mensagem agrega ao seu perfil. E lembre-se: com o Twitter, é possível melhorar o posicionamento nas buscas do Google, portanto, divulgue aquilo que contribui positivamente para sua imagem/ de sua empresa.
7. Não confunda o Twitter com um chat ou MSN. São ferramentas com objetivos diferentes.
8. Não descreva sua rotina, como se fosse um famoso.
9. Crie um blog ou um site para publicar textos maiores e insira o link nas mensagens concisas que postar no Twitter.
10. Escreva corretamente, sem erros ou vícios de linguagem.
Fonte: Recebi essa excelente dica na minha caixa de e-mails e achei muiito interessante postar, afinal quem não comete gafes neste mundo virtual!!
Será que nos preocupamos com a colaboração que damos as empresas à qual trabalhamos? Vejamos um ponto importante.
As melhores empresas estão descobrindo que o melhor serviço vem dos colaboradores, que tem a chance de causar impacto no seu trabalho. No livro de Bob, onde o título é (FAÇA O QUE TEM QUE SER FEITO E NÃO APENAS O QUE LHE PEDEM) o autor deixa claro, que mais uma vez os colaboradores estão mais próximos que qualquer um dos problemas e oportunidades de seu próprio trabalho, tendo condições suficiente para fazer as diferenças para seus clientes, colegas e até mesmo seus gerentes.

Temos que ter em mente que nunca precisamos de permissão para se fazer um òtimo trabalho , em geral os supervisores espera que sempre usemos de discernimento e nos esforçemos para fazer o que tem de ser feito a fim de que a empresa seje bem-sucedida. Na verdade as empresas sempre buscam o perfil daquele que tem iniciativa, porém as necessidades específicas do gestor, são tão variáveis quanto as qualificações e a capacidade dos funcionários. Todos nós colaboradores somos capazes de corresponder as ” Expectativas Suprema”, é uma virtude que todo trabalhador possui, mas que poucos parecem demonstrar. Fazer o que precisa ser feito por iniciativa própria é a marca registrada da excelência profissional.
O que as empresas esperam dos colaboradores: Atender a um cliente, solucionar um problema, ajudar um colega de trabalho, dar uma sugestão para economizar dinheiro, desenvolver uma idéia ou até mesmo aprimorar um processo, entre outros, ou nenhuma empresa sobreviverá com um funcionário que apenas cumpre ordens, ou então caro leitor, estamos convidado a cair fora do negócio em uma questão de tempo.
O que faz com que uma empresa tenha sucesso ou lute para sobreviver, são nada mais, que as pessoas, a iniciativa diária, a energia e o empenho com que trabalhamos sem esperar o que tenhamos que fazer. Temos que ter em mente que trabalhamos em parceria, em conjunto, os dias de “superiores e “subordinados, pertencem ao passado. Como colaboradores de todos os níveis temos que ter a motivação e preocupação em fazer nosso trabalho da melhor forma possível. Assim a empresa pode ser mais receptiva aos seus clientes e mais competitiva para atingir suas metas.
Faça as coisas acontecerem!
Fonte: Bob Nelson
Seu curriculo, seu cartão de visita!
1. Formato
No currículo elaborado em editores de textos procure seguir um formato que privilegie as informações relevantes. Não queira inventar moda. Utilize as fontes mais comuns, como: Times New Roman, Courier ou Arial. Evite fundos coloridos e fontes muito grandes ou pequenas – tamanho 12 é o ideal. Existem recrutadores que desconsideram um currículo só pelo formato estranho. Currículos com visual moderno e arrojado são mais indicados para profissionais de artes gráficas, publicidade etc, mas mesmo assim, nada de inventar demais! Currículo é currículo. Para brincar com a imagem, o mais indicado é construir um site e indicar o link no currículo ou oferecer o envio de uma apresentação (em Flash, Power Point…) por e-mail.
2. Tamanho ideal
A regra continua sendo a mesma: “quanto menor, melhor”, mas mesmo no menor espaço deve haver consistência de informações. Consultorias e departamentos de RH das empresas não têm tempo de ler currículos extensos e detalhados – por isso, duas páginas continuam sendo o melhor espaço para acomodar informações importantes sem “encher lingüiça”!
3. Empregos anteriores
Não coloquem só o cargo que ocupou, valorize suas habilidades e competências, enumerando suas atribuições e os resultados que alcançou.
4. Salário
Quando não solicitados, os números e cifrões assustam os selecionadores. Seu currículo vai ficar bem mais atraente se você mencionar valores apenas quando isso for pedido.
5. Palavras-chave
Item de extrema importância, principalmente em currículos que estão disponíveis na internet. Com as palavras-chave certas para sua área, o currículo ganha mais força. Empresas e sites especializados têm uma ferramenta de busca que cruza os cadastros e seleciona os currículos de acordo com o perfil que o recrutador procura – e é aí que entram as mágicas palavrinhas.
