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Existem várias estratégias para se fazer uma boa venda. Dentre as quais, podemos citar, uma condição básica e essencial, que é o domínio e o conhecimento do produto que será apresentado pelo profissional ao seu cliente.
É preciso transmitir confiança e credibilidade, ao oferecer o produto, pois nas atuais condições do mercado, onde existe uma grande variedades de preços e produtos, cada vez mais, se faz necessário apresentar não só o produto, mas a solução para os problemas do cliente, e ninguém gosta de investir seu dinheiro em algo que nem mesmo o vendedor tem certeza de seus benefícios.
Um profissional bem preparado, além de ter passado por um treinamento de vendas eficaz, ainda deve saber demonstrar seu produto com convicção e segurança, além de conhecê-lo e saber identificar os seus pontos positivos e negativos, assim como produtos similares com detalhes, motivando o cliente, que desta forma, não perderá o interesse pela compra e nem partirá para a concorrência.
Se você souber identificar as vantagens e benefícios de seu produto, você estará agregando valores a ele e isto poderá justificar o preço devido do que está vendendo.
Para que se faça bons negócios, é preciso identificar as reais necessidades do cliente, pois desta forma, além de não perder tempo, ainda é possível fechar uma boa venda, portanto, você, antes de fazer a primeira visita, deve sondar o cliente e perceber o que ele realmente está precisando.
Um bom profissional deve estar preparado para enfrentar e solucionar todas as dúvidas de seu cliente. Para que exista esta preparação, o profissional deverá se interessar pelo produto que representa. Busque o maior número possível de informações com o fabricante ou fornecedor ou até mesmo com colegas que já estão familiarizados com o produto. Faça pesquisas sobre o produto e sua história.
Teste e examine minuciosamente o produto, pois se existir alguma dúvida por parte de seus clientes, você não será surpreendido por nenhuma pergunta que não saiba responder por já estar familiarizado com ele e não decepcionará seu cliente. Assim, você transmitirá confiança e segurança para seus clientes e certamente realizará ótimas vendas.
Ricardo Dorés – Sócio da SalesResult.
O Trabalho para os jovens executivos nos exterior são um atrativo e tanto para quem está em busca de novas conquistas para a carreira. A crise econômica afetou muito o lado profissional para os executivos que desejam fazer intercâmbios em outros países, por conta do alto índice de desemprego as vagas que surgiam eram preenchidas pelos próprios cidadãos dos países. Depois da retomada, recuperação essa prática está voltando a ser executada.
A oferta é boa, o salário é melhor do que o pago no Brasil, mas a cobrança é muito maior também e quem decide optar por esse caminho deve ter consciência que a cobrança é grande com o empregador, já que a empresa financia sua foramção profissional, ou seja, espera-se muito resultado do profissional. Gisele Mainardi, gerente de trabalho e estágios no exterior da CI, agência especializada em intercâmbio para jovens e executivos, que variam entre seis meses e um ano e meio, explica como funciona o processo: “verificamos qual a experiência profissional da pessoa e em que área está buscando especialização, entramos em contato e verificamos quais empresas estão dentro da área que eles buscam”. Segundo Gisele, desde dezembro do ano passado, a agência tem recebido muitas oportunidades de emprego para os EUA. “É necessário ter um bom perfil para que a empresa tenha interesse nele. Ao mesmo tempo, precisamos de empresas dentro da área de especialização que o candidato deseja”, completa.
Como estamos falando de jovens, geralmente recém-formados, a questão da maturidade pessoal e profissional fica em evidência. Para esse tipo de programa, a idade recomendada é a partir dos 23 anos de idade. “Se pegarmos uma pessoa muito mais nova do que isso, há a questão da adaptação. Estamos falando de pessoas que são mais novas; que, em geral, ainda moram com os pais; e que ficarão um ano ou mais fora, sozinhas, trabalhando e respondendo por tudo que fazem: ganhar salário e pagar contas sem ajuda dos pais”, afirma Gisele Mainardi. Para ela, o jovem deve ter não só as responsabilidades com o empregador, mas também tocar a vida sem depender de ninguém. As áreas que geralmente empregam esse perfil de profissional são as de tecnologia, administração, marketing, design e, principalmente, turismo.
O cartão de visita é um dos itens mais importantes em um contato profissional. Para os orientais, o valor do cartão de visitas é tão expressivo que o recebimento dele é feito com as duas mãos. É por meio dele que profissional e a empresa que ele representa iniciam uma interação que lhes oferece a possibilidade de serem conhecidos pelo outro.
Ensina o velho e sábio ditado que: “a primeira impressão é a que fica”. Portanto, ao se fazer uso do cartão , é necessário que algumas regras básicas devam ser observadas.
Antes de mais nada, não se deve esquecer que o cartão de visita é um material promocional que identifica uma pessoa e uma empresa. Ele reflete a identidade e a imagem corporativa da empresa, razão pela qual é considerado como uma ferramenta de grande valia para o profissional. Não fosse por muitas razões, bastaria pensar em seu pragmatismo: ele torna viável a ocorrência de contatos posteriores.
Em atenção a essas características, alguns cuidados devem ser tomados, que vão desde a confecção até a entrega em mãos.
O ideal é que o cartão seja confeccionado em uma gráfica. Devem ser evitadas impressões caseiras, pois o tipo de papel usado e a impressão de qualidade são essenciais para refletir uma boa imagem impressa.
Para que se alcance o sucesso em um primeiro contato e se possa ser lembrado de forma positiva, é essencial saber entregar e receber um cartão de visita. Esse pequeno pedaço de papel tem a força de um “ritual de saudação” no mundo dos negócios, quando ele informa ao interlocutor: quem é o profissional que ali se apresenta, o que esse profissional faz e como pode ser encontrado posteriormente.
O visual do cartão deve ser o mais limpo possível, contendo informações objetivas, na exata medida do que precisa ser comunicado. Deve ser confeccionado, preferencialmente, em cor clara e com pouca imagem, para que não ocorra uma confusão visual e o seu conteúdo se torne de difícil compreensão.
A objetividade e a clareza do que se quer comunicar devem conter o nome completo de quem se apresenta, sua profissão ou cargo, além de outros dados profissionais, incluindo o nome da empresa e seu logotipo, o endereço físico, telefone corporativo, fax, e-mail, endereço do site e, se for o caso, pode-se incluir o número de um telefone celular.
Indica-se que o único elemento do cartão que pode ser mais visível do que o nome do profissional é o logotipo da empresa. Há, ainda, a possibilidade de ser acrescido um slogan ou frase curta que evidencie algum diferencial.
Todas as informações deverão estar sempre atualizadas. Ocorrendo mudanças de telefones, e-mails ou cargo, é preciso providenciar a confecção de novo cartão, pois não é nada elegante entregar um cartão rasurado ou com dados inadequados
Importante lembrar que, frequentemente, os grandes negócios são fechados pessoalmente e, neste momento, é fundamental estar com seu cartão de visita atualizado.
O cartão deverá ser entregue, sem ansiedade, virado de frente para quem o recebe, o que facilita sua leitura. Dobrar a ponta caiu em desuso. Em geral, esta entrega é feita no início da conversação, quando as pessoas ainda não se conhecem. É prática comum, em reuniões, deixar o cartão à vista para facilitar a memorização do nome do profissional com quem se está mantendo uma troca de informações. Caso o encontro seja informal, o melhor a fazer é trocar os cartões na saída.
É mais cortês entregar o cartão do que pedir o cartão do outro. Quando se recebe um cartão, é indicado que seja lido com atenção, buscando memorizar o nome do profissional ali escrito antes de guardá-lo, para demonstrar o interesse e poder chamá-lo pelo nome. Para evitar que possam se amassar ou sujar é conveniente que os cartões sejam carregados em porta cartões e que fiquem em locais de fácil acesso.
Ao se apresentar sem um cartão de visita, o profissional corre o risco de comprometer a sua credibilidade, oferecendo uma imagem que poderia ser interpretada como desleixo e falta de organização.
Por essa razão, considera-se fundamental o hábito de usar esta ferramenta: o cartão de visita, tão pequeno em sua aparência e tão importante em seu significado.
Ricardo Dorés sócio-diretor da SalesResults
A capacidade de aprender é uma das competências mais valorizadas hoje pelos empregadores e líderes, diz Professor Eugenio Mussak:
Em conversa com um presidente de empresa que gosta de se envolver nos processos seletivos de seus executivos. Quando ele perguntei o que ele valorizava nos candidatos, ele respondeu sem titubear: – São duas as variáveis: capacidade de entregar resultado e vontade de aprender permanentemente. Campeão de assertividade, esse presidente. Ele sabe que a empresa vive de resultados, mas está interessado em resultados sustentáveis e crescentes, e isso só se consegue com gente que está evoluindo sempre.
Por isso o desejo genuíno de aprender passou a ser uma qualidade desejada no mundo corporativo. Em função de visões como esta é que as companhias estão virando escolas. Há, porém, uma diferença entre elas e a faculdade que você cursou. Lá, havia um professor que compartilhava com você a responsabilidade por sua formação. Na empresa, essa responsabilidade está sobre seus ombros.
As empresas valorizam quem não espera ser ensinado
Se as companhias apreciam quem quer aprender, têm especial predileção por quem não espera que alguém venha ensinar. Aprender é seu ofício. Nesse sentido, a curiosidade, a inquietação intelectual e a busca do conhecimento contínuo passaram a ser as características apreciadas nas empresas. Bem, pelo menos nas organizações bem administradas. Considerando o que disse o presidente, temos duas variáveis, portanto são quatro as possibilidades.
Vejamos:
Quem tem baixo desempenho e grande vontade de aprender é um potencial – a empresa investe.
Quem tem bom desempenho, mas perdeu a vontade de aprender, está acomodado – a empresa se preocupa.
Quem tem desempenho alto e grande vontade de aprender é um talento – a empresa reconhece e quer reter.
E quem tem baixas essas duas variáveis não tem mais espaço – a empresa elimina.
Perceba que no mundo dos recursos humanos ser um talento não significa ter uma habilidade especial, um dom artístico ou uma inteligência superior. Ser um talento significa ser possuidor da combinação entre o desempenho e o desejo de aprender e evoluir.
Ser um talento, portanto, é uma questão de vontade!
Eugenio Mussak é professor do MBA da FIA e consultor da Sapiens Sapiens.
Publicado na revista Você S/A ed. 140
